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Nhoque à romana

Aug
2008
01

posted by on Sem categoria

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Uma das formas mais efetivas para eu chegar em casa vindo do trabalho e desestressar é me esparramar no sofá e buscar em algum livro uma boa receita para fazer.

Noutro dia, conversava via messenger com a Ana Elisa e com a Marcele sobre a enorme quantidade de livros e revistas de culinária que nós temos em nossas estantes. || Read more

Bolinhos de cenoura

Jul
2008
31

posted by on Vegetais

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Eu disse aqui que traria a receita desses bolinhos assim que me acostumasse com as medidas em ouces, pints e pounds do meu novo livro velho.
Pois bem. Consegui não só reproduzir com fidelidade e sucesso o bolinho, como também dei uns pitacos (ah, eu não resito!) nessa pequena delícia, que Segundo Ambrose Heath, é originária da antiga Tchecoslováquia. || Read more

Gosto de infância

Jul
2008
30

posted by on Divagações, Doces

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Em minha infância, o acesso à leite longa vida era muito mais restrito do que é hoje.
Na casa de mamãe, eram tempos de vacas magras (desculpem o trocadilho)… o leite do café da manhã, em geral, era aquele de saquinho, do tipo “C”.

Você lembra disso?

Em dois dias, mesmo em geladeira, ele azedava, e lá ia mamãe fazer um tal de “doce de leite azedo”.
As bolotinhas de leite, envoltas em algo parecido com um caramelo, sempre foram o meu doce favorito.
Chegava em casa da escola, e ficava radiante de felicidade quando via o ramequim cheio de doce, ainda fumegante!

-Mamãe, por que você faz tão pouco doce?
-Não é que eu faço pouco, é ele que não rende!

Realmente… um litro de leite (ou, por vezes, nem isso) não dava quase nada de doce.

Cresci, viajei, aprendi à fazer alguma coisa na cozinha. Descobri que o nome do doce era Ambrosia. Ao menos era um doce parecido, na cor e na forma, mas com gosto de ovo. Decididamente não era o meu doce de leite azedo.

E conversando com minha mãe ela me deu a idéia de azedar o leite, de forma artificial. Por que nunca pensei nisso antes?

Em uma panela alta, misturei 3 litros de leite integral com o suco de
3 limões e de 2 laranjas.
Mexi bem e adicionei a casca de uma das laranjas bem picada, junto com alguns cravos e um punhado de canela em pau.
Como era bom ver o leite já coalhando… levei ao fogo alto, deixando ferver até
reduzir o volume pela metade (cerca de duas horas).
Não é necessário mexer, pois o intuito é que o doce forme grumos sólidos. Abaixo dos grumos, uma parte líquida, que deve secar bem. É isso que vai fazer o tempo de cozimento do doce ser de duas horas.

No momento em que o doce quase secava, em outra panela, fiz um caramelo, com 1 xícara (chá) de açúcar, e meia xícara (chá) de água.
Não pode ser um caramelo muito duro… ele tem que ficar em um ponto ainda líquido, ok?

Acrescentei ao doce e fervi por mais cinco minutos.

Decorei com a casca dos limões, cortada previamente e com anis estrelado.
Quase chorei de emoção!
Estava igualzinho!

ambrosia1

Chorar, eu chorei mesmo quando comecei à comer!

posted by on Massas, Vegetais

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panq3

Meu domingo foi de panquecas. Um montão delas, cuidadosamente arrumadas numa travessa, disposta bem no centro da mesa! Aaaah… como eu gosto!
Sempre que posso, dou uma incrementada na receita e fujo do tradicional. A começar pela massa, que invariavelmente leva um ingrediente diferente, de acordo com o recheio. Para a apresentação, fujo dos rolinhos: prefiro trouxinhas ou almofadinhas.

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posted by on Divagações

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Eu sempre falei que era muito bom ter essa cozinha laranja aqui.

Olhem o mimo da Lilian, do Brincando de Casinha, pra mim.
Vizinha! Você é sensacional! Agora tem que aparecer aqui pra provar a minha moqueca capixaba e o meu feijão na panela de barro! || Read more

Molho Béchamel

Jul
2008
28

posted by on Molhos

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Bechamel

Continuando a série sobre molhos, hoje é dia de béchamel.

É um dos molhos-mãe da culinária, servindo para inúmeras preparações, como recheios, cobertura de massas ou legumes e até outros molhos mais complexos. || Read more

Blaklava Roses

Jul
2008
25

posted by on Doces

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baklava4

No ano de 2006 tive a oportunidade de trabalhar com 3 refugiadas da antiga Iugoslávia. Embora cada uma fosse de um canto (Bósnia, Croácia e Sérvia), elas eram muito amigas e se entendiam principalmente na dor das lembranças crudelíssimas que suas famílias foram submetidas durante a última guerra civil no início dos anos 90. || Read more

posted by on Promoção

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fruthos

De graça, até injeção na testa, não?
Mamãe sempre falava isso e, nesses tempos de supermercado cada vez mais caro, esse é um ótimo lema a se seguir!

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